Marco 1901 - Este marco de pedra lavrada, em forma de obelisco, foi construído em 4 de abril de 1901, na foz do Rio Quaraí no extremo do continente brasildeiro, águas acima da Ilha Brasileira. Além de estabelecer os limites entre o Brasil e a Argentina, tem servido, ao longo dos anos, de ponto de encontro das comunidades da Tríplice Fronteira para festejos de integração, comemorações e festas alusivas aos rios, como as campeonatos de pescas.



 

O Circuito da Pesca Esportiva na Ilha Brasileira





Conheça as rústicas paragens para realizar a pesca esportiva do Dourado na Tríplice Fronteira



A preservação da Ilha Brasileira é um dos grandes projetos ambientais da ONG Atelier Saladero em parceria com organizações e universidades da região.

A Ilha Brasileira, um santuário ecológico entre três países

 



 

A Ilha Brasileira tem sido um refúgio para diversas espécies animais. Também foi considerado um viveiro de árvores e plantas que não existem mais no continente em razão das lavouras estensivas que, durante décadas, exercem uma ação destruiva sobre as matas nativas.

 


Acadêmicos das universidades vem acompanhando o desenvolvimento da flora e da fauna local da ilha. É imporante também a documentar a presença das organizações uruguaias e argentinas interessadas em colaborar com a preservação do local que consideram, do ponto de vista ambiental, como "o coração da Tríplice Fronteira".

 

Almoço coletivo na Ilha Brasileira



A ONG Atelier Saladero criou uma logistica que permitiu aos voluntários uma dedicação inteira ao plantio. As embarcações destinadas à tavessia do rio Uruguai chegavam à costa brasileira pelas 9 horas da manhã. Às 10 horas da manhã todos os estudantes estavam na ilha empenhados na tarefa de reflorestas as áreas demarcadas. Enquanto isso, outra equipe de voluntários preparava um delicioso almoço feito a fogo de chão.

 

 


Um roteiro turistico e ambiental durante o plantio - O voluntário que participa do reflorestamento da Ilha Brasileira tem também a agradável experiência de fazer uma expedição ambiental pelo Rio Quaraí, Uruguai e conhecer os parques e marcos que limitam nossa fronteira internacional.

 

 

 

Recomendações para participar do plantio na Ilha Brasileira"




A ONG Atelier Saladero elaborou um roteiro para tornar mais interessante as atividades de plantio e também para as pessoas conhecerem o potencial ambiental da região. Algumas recomendações foram escritas sobre como se vestir, o que levar e como se comportar.

 

Recomendações sobre um roteiro pela Ilha Brasileira

 

ONG Atelier Saladero


 

 

 

 


A Tríplice Fronteira mais austral das Américas


Devido à sua posição geográfica privilegiada, à margem de dois rios importantes, navegáveis em épocas passadas, e na fronteira com dois países platinos (Uruguai e Argentina), o município da Barra do Quaraí teve as suas fronteiras definitivamente estabelecidas no ano de 1851.

* O pôr-do-sol do Rio Grande





"O pôr-do-sol do Rio Grande"... esta é a expressão que todo visitante ouve quando pisa nestas paragens. No encontro das águas dos rios Quaraí e Uruguai, o marco se ergue altaneiro sobre uma franja de terra. Monumento feito em pedra lavrada, corresponde à demarcação entre a Argentina e o Brasil e se avista quer da água, quer da terra, parcialmente envolto pela vegetação. Mais do que sinalizar uma fronteira, esse marco de pedra celebra a união dos povos fronteiriços.

* O último pedaço de chão gaúcho, a oeste





Da Monarquia para a República



No ano 2000, a ONG Atelier Saladero fez um mapeamento da Ilha Brasileira e surpreendeu-se com o estado de abandono em que se encontrava o marco construído em 1862, em plena época da monarquia.

 

Um patrimônio histórico nacional completamente esquecido...

 

 

Contam os pescadores que há uns 20 anos, em razão do marco estar "tomado pelo mato", no topo cresceu uma figueira que, aos poucos desconjuntou as pedras superiores. E uma delas, pesando mais de meia tonelada, caiu. Assim permaneceu até o dia 15 de dezembro de 2013 quando militantes da ONG Atelier Saladero a recolocaram no lugar usando instrumentos simples e rudimentares...

 


Um bloco de granito pesando mais de meia tonelada caiu do topo do Marco da Ilha Brasileira há 20 anos. Ninguém se importou com o fato. Em 15 de dezembro de 2013, a ONG Atelier Saladero, usando instrumentos simples e rudimentares, recolocou a pedra secular no seu devido lugar.



O descaso do Estado brasileiro



Desde o ano 2000, a ONG Atelier Saladero tomou a decisão de cuidar do Marco, promovendo limpezas periódicas e divulgando pela imprensa e pela internet a situação de descaso do Estado brasileiro em relação a um patrimônio histórico nacional.




No dia 15 de dezembro de 2013, o Grupo de Escoteiros de Uruguaiana, a Brigada Militar, a Brigada Mirim, a Liga de Defesa Nacional e a ONG, contando com o apoio da Prefeitura Municipal, uniram-se para relembrar o passado num ato patriótico de recolocar a pedra no alto do monumento.

Assista ao vídeo da colocação da pedra secular





S.O.S Ilha Brasileira - O incêndio causou preocupação nos ambientalistas que integram o Movimento Transfronteiriço de ONGs, constituído por organizações não-governamentais do Brasil, Uruguai e Argentina. Tais entidades consideram o local como um dos santuários ecológicos da Tríplice Fronteira, pois a ilha situa-se no encontro das águas dos rios Uruguai, Quaraí e Merinhãy.


LIMPEZA DO MARCO IMPERIAL

Dia 4 de dezembro 2016 - A ONG Atelier Saladero e acadêmicos de Gestão Ambiental da UNOPAR, realizaram uma limpeza no Marco Imperial a fim de que este secular monumento histórico nacional não caia ainda mais em um lamentável esquecimento.



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Marco 1862 - Em 14 de março de 1862 chegou, na então chamada Ilha de Quaraí (atual Ilha Brasileira) vinte carretas carregadas com várias peças colossais de mármore. Um Alferes do Império e vinte e cinco soldados. Estes militares brasileiros acompanhavam o comboio para construir um marco que assinalasse o ponto final da fronteira entre o Brasil e o Uruguai (Marco Principal identificado como P13).



O Marco da Ilha Brasileira é um desses monumentos históricos que surpreende. Basta navegar pelas águas dos nossos rios, contornar a grande ilha e chegar até onde ele está, assinalando o extremo oeste da fronteira do Brasil com o Uruguai...


Os militantes da ONG iniciaram um alerta pela internet e pela imprensa regional para que fosse feita periodicamente uma limpeza do local.

O estado de esquecimento em que o Marco da Ilha Brasileira permaneceu durante longos anos, bem como os estragos promovidos pelas enchentes quase fizeram desaparecer do nosso mapa municipal uma relíquia histórica da época do Império. A ONG não poderia ficar indiferente a tal descaso e, com frequência tem chamado a atenção das autoridades...



Brasileiros, uruguaios e argentinos unem esforços para reflorestar a Ilha Brasileira - Na foto acima, ativista da organização uruguaia GRUPAMA, de Bella Unión, participa, em junho de 2010, do plantio de mudas de árvores nativas na Ilha Brasileira. Também estiveram presentes membros de entidades argentinas de Monte Caseros.



Exército Nacional colabora com pessoal, barcos e viaturas a operação ambiental S.O.S Ilha Brasileira, realizada por ONGs da Tríplice Fronteira com o objetivo de preservar o ecossisstema da Ilha Brasileira.



Em encontro realizado na cidade uruguaia de Bella Unión, biólogos dos três paises entraram em acordo sobre as espécies de árvores nativas que seriam replantadas na Ilha Brasileira. Com base nessa lista, o Governo do Rio Grande do Sul fez a doação de 10 mil mudas de árvores nativas das seguintes espécies:


Marco Imperial da Ilha foi construído na época da monarquia




A "Questão da Ilha Brasileira" - o Uruguai contesta a posse do território

 



ONG quer transformar Ilha Brasileira em reserva municipal

 



Projetos de Ação Social promovidos pela ONG Atelier Saladero